Estudo de 5 anos sobre implantes dentários curtos posteriores
DOI:
https://doi.org/10.4322/bds.2026.e4991Resumo
Contexto: Implantes curtos permitem a reabilitação dentária de pacientes com volume ósseo insuficiente, evitando cirurgias reconstrutivas e reduzindo o tempo de tratamento, a morbidade e os custos. Objetivo: Considerando o design do implante, a superfície e a conexão protética, a hipótese testada é que os implantes curtos Neodent Titamax WS apresentam taxas de sucesso semelhantes às dos implantes convencionais, mesmo quando usados para coroas unitárias. Material e Métodos: Dezoito pacientes com edentulismo posterior e altura óssea máxima de 7 mm e largura de 6 mm foram selecionados. O nível ósseo peri-implantar, a relação coroa/implante e a distância mesiodistal da coroa foram as variáveis quantitativas estudadas. A perda óssea peri-implantar vertical e horizontal foi medida até 5 anos de acompanhamento em 4 períodos diferentes. Resultados: Do total de 20 implantes colocados, apenas 1 foi perdido devido à falta de osseointegração e uma taxa de sucesso ao longo do período de acompanhamento de 5 anos de 95%. Não houve associação estatisticamente significativa entre perda óssea vertical e relação coroa/implante (P = 0,530) ou largura mesiodistal (P = 0,378). Conclusão: Os implantes curtos estudados neste trabalho apresentaram taxa de sucesso e perda óssea peri-implantar vertical maiores ou iguais aos índices encontrados para implantes regulares na literatura. As diferentes proporções de comprimento do implante e coroa não tiveram efeito na perda óssea. Para implantes curtos, a conexão Morse pode ser favorável. A colocação de implantes Neodent WS (e implantes similares) em um protocolo intraósseo e não em nível ósseo precisa de mais investigação, pois pode apresentar melhores resultados em relação à perda óssea vertical ao longo do tempo.
PALAVRAS-CHAVE
Aumento de crista alveolar; Estudo clínico; Implante dentário; Prótese dentária; Implante dentário unitário
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