Análise da rugosidade superficial de diferentes materiais restauradores estéticos após polimento com discos ou pastas abrasivas

Carlos Rocha Gomes Torres, Alessandra Bühler Borges, César Rogério Pucci, Daphne Câmara Barcellos, Valdeci Ferreira De Lima, Thais Cachuté Paradella

Abstract


O objetivo deste estudo foi avaliar a rugosidade superficial de diferentes materiais restauradores estéticos após polimento com discos ou pastas abrasivas. Foram confeccionados 20 espécimes para cada tipo de material restaurador utilizando uma matriz pré-fabricada, resultando nos grupos: PE (Palfique Estelite), DY (Dyract Extra), A1 (A110), QF (QuiXfil) e GR (Grandio). A rugosidade superficial dos espécimes foi padronizada utilizando discos Sof-Lex de granulação alta. Cada grupo foi dividido em dois subgrupos, de acordo com a técnica de polimento. No subgrupo S, foram empregados os discos de lixa Sof-Lex de granulação média, fina e ultrafina. No subgrupo D, foram empregados discos de feltro Diamond Flex associados às pastas de polimento Poli I, Poli II e FotoGloss. A rugosidade superficial foi mensurada com um rugosímetro Penthometer S8P. Os resultados foram analisados pelos testes estatísticos de ANOVA e Tukey (5%), obtendo-se p = 0,00. Os valores de média (± desvio-padrão) medidos em Ra (μm) para cada Grupo/Subgrupo foram: GR/D – 1,72 (± 0,11)a; A1/S – 1,62 (± 0,43)a; QF/D – 1,58 (± 0,09)a; QF/S – 1,01 (± 0,70)b; DY/D – 0,96 (±0,09)b; GR/S – 0,90 (± 0,79)b; DY/S – 0,82 (± 0,29)b; PE/D – 0,72 (± 0,15)b; A1/D – 0,58 (± 0,21)b; PE/S – 0,53 (± 0,15)b. As médias acompanhadas das mesmas letras não apresentam diferenças significantes. Concluiu-se que para as resinas compostas PE, GR e QF, os discos Sof-Lex proporcionaram menor rugosidade. Para a resina composta A110, as pastas abrasivas proporcionaram menor rugosidade e para o compômero DY não houve diferença significante entre os métodos de polimento.




DOI: https://doi.org/10.14295/bds.2009.v12i4.642